Meu Tanquinho

Meu tanquinho, Seu tanquinho, Nosso Tanquinho
Meu pindorama, Seu Pindorama, Nosso Pindorama
Meu Tapiranga, Seu Tapiranga, Nosso Tapiranga

Quero te agradecer uma razão merecida, pois vivi muitos anos,
Nos teus braços engrandecidos, sem falar na infância que nunca
Será esquecida, jamais os três colegas seus nomes nunca serão
Esquecidos Duzita, Silvio e Vivi, começo de uma vida.

Subimos no pé de São João para fazer união
Casava com folha de caju, alimentando na tradição
E furava um buraquinho para que não diga não.

Depois chamava o padre para fazer união que era Davizinho
Carrega, pois notava nele aparência de falar, ou mesmo, de
Resmungar com o padre do Riachão e logo começava a festa com
Água, farinha e pão.

Autor: Osvaldo Menezes Silva (Vavá do Alumínio)
Fonte: Caderno de Poesias “O Amor e a Flor”
Edição: Dezembro de 2004

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